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5 days ago

Como os data centers pagam pela energia no PJM?

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Como os data centers pagam pela energia no PJM?

Energizar um data center no PJM significa, cada vez mais, entender uma tarifa de utilidade para grandes cargas ou um acordo de serviço relacionado. Apesar das diversas abordagens entre concessionárias, os custos finais modelados ficam dentro de uma faixa estreita.

Uma tarifa é a taxa aplicada a todos os clientes de uma determinada classe que uma concessionária registra junto à comissão estadual. Uma vez aprovada, ela se torna pública e se aplica a todo cliente que atenda aos critérios de elegibilidade. Uma tarifa para grandes cargas cria uma nova classe de clientes acima de um certo limite de demanda, geralmente entre 25 e 100 MW. Todos os clientes dessa classe são então faturados conforme os termos definidos pela tarifa.

Existem algumas abordagens comuns para estabilizar a receita das concessionárias, incluindo:

  • Compromissos de serviço firme que exigem que o cliente pague por dez anos ou mais,
  • Exigências de pagamento mínimo que geralmente variam de 50% a 85% de uma quantidade de faturamento definida, e
  • Garantias, cobranças diretas de instalações ou outras proteções contra a não realização do projeto.

Pagamentos mínimos, garantias e termos contratuais limitam o risco de receita caso o projeto atrase, seja menor que o planejado ou não se concretize.

As concessionárias com maior capacidade ativa de data centers também são as que possuem as tarifas para grandes cargas mais desenvolvidas. Incluem Dominion, ComEd, AEP e PPL, que juntas representam 84% da expansão prevista.

A cobertura tarifária abrange a maior parte da expansão prevista de data centers.

Dos 38,8 GW de demanda projetada para data centers em 2030 no PJM, 32,7 GW estão em uma zona com tarifa para grandes cargas ou exigência de desenvolvimento de uma. Outros 5,2 GW estão em ComEd, que garante grandes cargas por meio de acordos de segurança de transmissão, em vez de uma classe tarifária registrada. Os 0,9 GW restantes estão em PECO, Met-Ed e Duquesne, que não possuem estrutura comparável. Esses acordos são feitos caso a caso e dependem do impacto do projeto na rede, não podendo ser generalizados.

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