Perspectivas de investimento em BESS na Alemanha: Caminhos bancáveis para o mercado
Perspectivas de investimento em BESS na Alemanha: Caminhos bancáveis para o mercado
A Alemanha aprovou 78 GW de armazenamento em baterias. Três gigawatts estão conectados.
Colocar uma bateria no mercado alemão significa resolver dois problemas. Primeiro, acesso à rede: a fila está cheia, então a co-localização verde oferece uma rota mais rápida, mas o retorno do projeto pode cair até 5 pontos percentuais (pp). Segundo, estrutura de receitas: fluxos de caixa mercantis voláteis precisam ser estruturados de forma que os financiadores aceitem, sem abrir mão de todo o potencial de ganhos.
Este é o Parte 3 da série sobre perspectivas de investimento em BESS na Alemanha, cobrindo caminhos para o mercado de projetos bancáveis. A Parte 1 cobre a perspectiva de mercado da Modo Energy. A Parte 2 aborda a análise de riscos.
Parte 1: Por que os desenvolvedores estão escolhendo cada vez mais a co-localização?
A Alemanha adicionou 13 GW de capacidade solar no ano passado, totalizando 104 GW. Com mais conexões solares, os ativos estão canibalizando seu próprio valor, e as taxas de captura caem para menos de 50%.
O BESS independente está no extremo oposto. Dos 10 maiores projetos anunciados – 5,9 GW no total – apenas 2,7 GW chegaram à fase de construção.
A co-localização de solar e armazenamento tornou-se a solução óbvia: protege o valor da solar enquanto evita atrasos de acesso à rede, permitindo que o armazenamento entre em operação mais cedo.
Qual estrutura de co-localização é a melhor?
As baterias podem acelerar o acesso à rede se forem co-localizadas com um ativo existente, conforme a recente proposta de reforma de rede da TSO. Mais de 80% dos desenvolvedores alemães pesquisados planejam considerar essa rota.
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